Missa em celebração aos 30 anos da Cáritas Regional NE3

A Cáritas é uma organização que assim como a ASA, acredita que a felicidade anda de mãos dadas com a solidariedade e com o bem comum. E nessa direção de transformação de vidas e esperança que, o caminho da Cáritas se fez. No dia 27 de maio, a Cáritas Regional Nordeste 3 completou 30 anos de atuação na Bahia e Sergipe. Para celebrar esta caminhada, que a Ação Social Arquidiocesana, entidade-membro da Cáritas, organizou no último dia 6 de junho, às 8h, uma Missa em Ação de Graças, no Auditório 1 do Centro Arquidiocesano de Pastoral, que foi presidida por Frei Luciano Bernardi, com a participação do Diácono Itamar Mendes. Em comunhão, que neste dia fizemos o caminho de reflexão e celebração. Contamos com a presença dos agentes, colaboradores, apoiadores, corpo de funcionários da ASA e das pastorais sociais que, transmitiram mensagens de encorajamento e testemunhos.

Cátia Cardoso realiza a trajetória da Cáritas

Cátia Cardoso, secretária regional da Cáritas NE3 iniciou com uma fala histórica, relembrando toda caminhada da instituição. “Hoje realizamos 30 anos de uma jornada marcada pela presença da força de colaboradores, agentes e apoiadores que dedicam suas vidas, em função de um mundo melhor, para milhares de pessoas. Estamos inseridos na vida do povo lutando por dignidade, garantida de direitos, convivência fraterna e semeando sonhos”, disse.

 

Valglênio, atendido do Levanta-te em seu testemunho

Marcando a trajetória de bandeiras de lutas comuns, entre elas, a promoção da dignidade de pessoas em condição de rua que Valglênio Oliveira, atendido do Projeto Levanta-te e Anda, participou com seu testemunho de vida. “Louvo a Deus por esse momento aqui com vocês, não tinha ideia que assim como o Projeto Levanta-te e Anda, que mudou a minha vida, tem outras como a Cáritas, ajudando o povo. Posso dizer que sou feliz pois, tenho esperança. O projeto me devolveu esperança de dias melhores, de um novo caminho, de reatar com minha família. O Levanta-te devolveu o meu sono. Sim o meu sono! Hoje consigo até sonhar. Dormir e sonhar parece algo simples, só que pra mim não era possível, nas ruas a gente cochila, não dormimos com medo de acordar com um chute, com uma pedrada ou de morrer. Só tenho a agradecer”, concluiu.

A celebração seguiu com cânticos, orações e partilha de relatos sobre a importância da Cáritas e de, movimentos da igreja, para a transformação da luta de trabalhadores e de pessoas, na garantia de direitos. Ao final da missa, houve uma confraternização com a partilha de um café da manhã.

 

 

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