Campanha da Fraternidade 2017

Tema :“Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”.cf2017site

Lema: “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15).

Mais afinal de contas o que é importante saber sobre a Campanha da Fraternidade?

O que é a Campanha da Fraternidade?

A Igreja Católica realiza todos os anos a Campanha da Fraternidade. Essa Campanha envolve as comunidades com ações pastorais em todo o país. Ela é marcada pelo empenho de todos em favor da solidariedade e fraternidade.
Sempre abordando temas atuais, a cada ano propõe uma transformação social e comunitária. Podem ser desafios sociais, econômicos, culturais ou religiosos da realidade brasileira. Sempre somos convidados a ver, julgar e agir.

Quando a Campanha começa e quando ela termina?

A Campanha da Fraternidade começa na quarta-feira de cinzas, alguns podem pensar que, após a Páscoa, a campanha chega ao fim, mas na verdade ela perdura pelo ano inteiro, junto com o Ano Litúrgico, atuando com fervor nas outras atividades pastorais que são desenvolvidas ao longo do ano.

Cartazes, desenhos, músicas, texto-base, textos voltados para cada pastoral, vídeos… Várias são as formas que a Campanha da Fraternidade pode ser trabalhada nas comunidades, sendo debatida e refletida pela comunidade.

Qual é o papel da campanha e o nosso?

Todos os anos a Campanha da Fraternidade nos traz à mente um tema para refletir e ajudar a construir uma sociedade melhor a partir dos valores que o Evangelho de Jesus nos convida a viver. Para 2017 a proposta é dar ênfase a diversidade de cada bioma e criar relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles habitam, especialmente à luz do Evangelho.

Segundo o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a depredação dos biomas é a manifestação da crise ecológica que pede uma profunda conversão interior. “Ao meditarmos e rezarmos os biomas e as pessoas que neles vivem sejamos conduzidos à vida nova”, afirma. Ainda de acordo com o bispo, a Campanha deseja, antes de tudo, que o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. “Cultivar e guardar nasce da admiração! A beleza que toma o coração faz com que nos inclinemos com reverência diante da criação. A campanha deseja, antes de tudo, levar à admiração, para que todo o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. Tocados pela magnanimidade e bondade dos biomas, seremos conduzidos à conversão, isto é, cultivar e a guardar”, salienta.

O texto-base está dividido em quatro capítulos, a partir do método ver, julgar e agir, faz uma abordagem dos biomas existentes, suas características e contribuições eclesiais. Também traz reflexões do tema sob a perspectiva de São João Paulo II, Bento XVI e o papa Francisco.

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